Um pavão feito de papel, que se abria e fechava enquanto a história era contada. A história falava sobre um pavão que achava o seu pé feio e por este motivo não queria ir à festa na floresta.
Começamos a nos preparar para contar a história atraindo a atenção das crianças com o pavão de papel se abrindo e se fechando.
Enquanto uma arteterapeuta contava a história, a outra brincava com o pavão de papel. Conseguimos um ritmo bom, pois todos estavam prestando atenção. Quando nos interrompiam solicitando algo, esperávamos e depois continuávamos.
Ao terminar, deixamos eles brincarem com o pavão e ver o livro de história.
Distribuímos saquinhos e as canetas hidrográficas e pedimos para desenharem seu animal, ou um animal de que gostassem.
Alguns pediam para a gente desenhar, pois diziam que não sabiam desenhar. Então desenhamos o nosso animal.
E o comentário das crianças foi: "Que feio!"
Quando terminaram começamos a dizer qual era o animal:
Arteterapeuta: "O meu é o Lobo bobo que tem medo de minhoca."
Havia uma adolescente que desenhou um rosto de cara fechada e disse: "Eu brava". Desde o início ela estava irritada, reclamava que o soro não estava pingando como o dos outros e se recusava a participar.